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domingo, 23 de março de 2014

Mulher morre depois de acender cigarro no fogão a gás

Vítima tinha níveis elevados de álcool no sangue quando faleceu.


Uma mulher morreu com queimaduras graves depois de seu fogão a gás explodr enquanto ela estava acendendo um cigarro. Sam Podmore, de 34 anos, que vive em Tewkesbury, Gloucestershire, foi levada de helicóptero para o Hospital Frenchay, onde morreu 12 horas depois.

Ela sofreu queimaduras em 90% do corpo. Podmore era alcóolatra há quase dez anos, e tinha níveis elevados de álcool no sangue quando morreu.

Mulher morre depois de acender cigarro no fogão a gás
Fonte: Metro


domingo, 9 de fevereiro de 2014

Garota de 4 anos pode ser candidata a eutanásia infantil

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À medida que a Bélgica se prepara para se tornar o primeiro país do mundo a decretar uma lei que permite a eutanásia em crianças, Jessica Saba, de 4 anos, de Lachine, Québec, Canadá, pede ao rei da Bélgica que se recuse a assinar a lei.
— Pelo bem das crianças, por favor, não assine o projeto de lei da eutanásia — pede Jessica, sorridente, em um vídeo divulgado pelo YouTube no dia 2 de fevereiro .
Jessica nasceu em Montréal, Canadá, em maio de 2009 com uma malformação cardíaca grave: uma válvula totalmente bloqueada e um ventrículo pouco desenvolvido. Ela teria sobrevivido apenas algumas horas ou dias sem uma série de intervenções cardíacas, realizadas no Hospital Infantil de Montréal. No sexto dia, sua válvula foi desbloqueada e, gradualmente, seu ventrículo pouco desenvolvido começou a se formar. Se Jessica tivesse nascido em um país onde a eutanásia infantil é permitida, ela poderia ser uma candidata à eutanásia, e sua história teria sido muito diferente daquela apresentada no vídeo.
Todos os anos, milhões de crianças nascem com malformações congênitas graves. Como Jessica, muitas seriam candidatas à eutanásia. Caso a eutanásia seja legalizada na Bélgica, corre-se o risco de criar precedente para que a eutanásia infantil se espalhe pelo mundo. Atualmente, em Quebec, o governo está tentando aprovar sua própria lei de eutanásia, que é muito parecida à lei aprovada na Bélgica há aproximadamente 10 anos. A Comissão de Direitos Humanos de Quebec recomenda a extensão da eutanásia a crianças.
O Dr. Paul Saba, clínico geral de Lachine, Quebec, e pai de Jessica, também fez um apelo pessoal ao rei para que não assine a lei que estende a eutanásia a crianças na Bélgica. Ele observou que a eutanásia começou na Bélgica para pessoas que sofriam de doenças físicas e agora se estendeu a pessoas que sofrem de doenças mentais. Começou com adultos e agora começa a se estender às crianças.
Ele também argumenta que não há necessidade de ninguém sofrer se há atendimento médico de qualidade. No caso de pessoas que já estão no fim da vida, um bom cuidado paliativo acabará com o sofrimento físico. Quem afirma que algum membro da família sofreu no fim da vida não observou a prestação de um bom cuidado paliativo.
Marisa, mãe de Jessica, compartilha as lutas e alegrias de Jessica e afirma que uma lei de eutanásia infantil pode encorajar os pais de crianças doentes e deficientes "a desistir muito rápido". O que os pais e as crianças precisam é estar cercados de amor e apoio durante a vida toda, não a eutanásia.

Fonte: zerohora.clicrbs.com.br

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Militar admite farsa na morte de Rubens Paiva


Coronel reformado diz em depoimento à Comissão da Verdade do Rio que Exército montou a versão de que ex-deputado foi sequestrado por terroristas

Militar admite farsa na morte de Rubens Paiva
"Fusca incendiado fez parte da montagem para encenar fuga de Rubens Paiva"
Em depoimento à Comissão Estadual da Verdade do Rio, o coronel reformado Raimundo Ronaldo Campos admitiu que o Exército montou uma farsa para esconder a morte do ex-deputado Rubens Beirodt Paiva, que aparece na lista de mortos e desaparecidos do período da ditadura militar desde o dia 20 de janeiro de 1971.
Segundo o depoimento, divulgado ontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo, na noite do dia 21 de janeiro daquele ano Campos e outros dois militares teriam recebido ordens de seus superiores para atirar na lataria de um Fusca e incendiá-lo em seguida, no Alto da Boa Vista, no Rio. A montagem era para sustentar a versão oficial de que, ao ser transportado por militares, o ex-deputado foi sequestrado por terroristas, que atearam fogo no carro.
Campos disse saber que se tratava de uma operação para "justificar o desaparecimento de um prisioneiro". Revelou também ter informações de que ele já estava morto.
Acusado de manter correspondência com exilados político, Paiva - que havia sido cassado em 1964 - foi preso em casa, diante de familiares. Militares da Aeronáutica o levaram e o entregaram ao Destacamento de Operações de Informações do 1.º Exército (DOI).


Via: msn